A reorganização do Complexo Viário Anhanguera
O Complexo Anhanguera foi concebido com o intuito de reorganizar o tráfego no trecho urbano da rodovia Anhanguera, desde o entroncamento com a ponte Atílio Fontana, na Marginal Tietê, em São Paulo (SP), até a altura do km 19 da Via Anhanguera, adiante do trevo do Jaraguá, já em Osasco (SP).
 
A Canhedo Beppu foi a projetista responsável por todas as etapas de evolução deste empreendimento, desde a concepção funcional e estudos de tráfego – iniciados em 2005 -, até o projeto executivo viário e de grande parte dos projetos estruturais. As obras foram iniciadas em 2007 e inauguradas em várias etapas, até meados de 2010, num investimento de cerca de R$ 426 milhões à época, através de parceria entre o governo do Estado de São Paulo e a concessionária da via CCR AutoBAn.
 
O resultado final desses trabalhos foi a implantação de 14 km de vias marginais de ambos os lados da rodovia, cerca de 8 km de faixas adicionais, três trevos, dois dispositivos de retorno, tipo ferradura, e 14 viadutos e pontes, totalizando cerca de 12.600 m² de tabuleiro, seis passarelas e 22 estruturas de contenção, com cerca de 14.200 m² de área total.
 
Além disso, foram obtidas melhorias nas condições de acesso ao sistema viário municipal adjacente e garantido o adequado atendimento às necessidades das dezenas de propriedades particulares às margens da rodovia.
 
As atividades sob a responsabilidade da Canhedo Beppu iniciaram-se com a realização de contagens de tráfego, pesquisas e estudos de capacidade viária, que resultaram na concepção funcional hoje observada no segmento. Para subsidiar o desenvolvimento do projeto executivo, foram realizados serviços de campo, como levantamentos topográficos, cadastro de interferências subterrâneas e aéreas, investigações geotécnicas de campo e laboratório, diagnóstico do pavimento existente nas vias urbanas próximas e inspeções especiais nas obras de arte existentes.
 
Na sequência, foram desenvolvidos os projetos básicos e executivos de geometria e de terraplenagem; estudos hidrológicos e hidráulicos e projeto de drenagem e obras de arte correntes; estudos geológicos e geotécnicos; projeto de pavimentação e restauração dos pavimentos existentes; projetos estruturais de obras de arte especiais e de contenções; projetos de sinalização horizontal, vertical e de dispositivos de segurança; projetos de paisagismo e de urbanização; projeto de iluminação; planejamento do desvio de tráfego; e detalhamento da sequência executiva.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Fonte: Redação OE
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