Concremat Engenharia e Tecnologia (RJ) 1º lugar Ranking Nacional de Projetos & Consultoria
Em 2009, a Concremat Engenharia iniciou o processo de implantação do BIM (Building Information Modeling) em suas atividades, e atualmente oferece a aplicação da metodologia em projetos de engenharia de diversos mercados – de edificações privadas e públicas a obras de saneamento, passando pelos setores
de transportes, energia e parcerias público-privadas. “Para a Concremat, a pesquisa e o investimento contínuos em novos processos e tecnologias no segmento de engenharia são uma cons-tante. Acreditamos que, desta forma, contribuímos para o ganho de qualidade dos projetos e a redução de custos dos investimentos de nossos clientes, com a diminuição de retrabalhos tanto na fase de projetos quanto na etapa de obras”, afirma Arthur Sousa, vice-presidente da Concremat Engenharia.
 
“Para que um projeto de engenharia seja executado de forma eficiente, é fundamental que haja a integração entre todas as disciplinas da construção. O BIM permite que as barreiras entre arquitetos, engenheiros, administradores e todos os outros profissionais envolvidos no processo sejam derrubadas, pois possibilita a comunicação entre as equipes de forma coerente e confiável”, explica Gustavo Carezzato, arquiteto especialista em BIM da Concremat Engenharia.
 
Para cada etapa do processo, o BIM aplica ferramentas específicas que atendem as necessidades encontradas em cada contrato. Na fase de criação e concepção do projeto, não apenas é feita a modelagem, mas também a construção do empreendimento virtualmente, gerando uma melhora na transparência da produção de projetos, reduzindo o retrabalho durante as fases, minimizando o tempo de compatibilização e
diminuindo os desvios. Atrelado a essa fase já se pode iniciar o processo de simulações, cenários e produção, como planejamentos 4-D, 5-D e 6-D.
 
“O planejamento 4-D proporciona a sincronização do modelo 3-D ao cronograma de obra, auxiliando na identificação de falhas no sequenciamento executivo e gerando relatórios comparativos.
 
Já o planejamento 5-D sincroniza o modelo 3-D ao cronograma e aos outros custos da obra, identificando possíveis desvios entre o previsto e o realizado em ambos os casos. E o 6-D utiliza o modelo 3-D para diversas simulações como fluxo de automóveis e de pessoas, eficiência energética, esforços estruturais e ventilação”, detalha Gustavo Carezzato. O profissional afirma ainda que, na fase de manutenção, é possível utilizar o 7-D para o gerenciamento dos ativos.
 
Leandro Peres, gerente técnico da área de Gerenciamento, Estudos e Projetos da Concremat Engenharia, explica que o processo de monitoramento e controle integrado obtido com a aplicação do BIM engloba itens como licenças e liberações, documentação contratual, relatórios gerenciais, medições, cronogramas, análise,
planejamento, validação, comunicação, gerenciamento da obra, relatórios e documentos oficiais, fotos, indicadores de acompanhamento físico e orçamentário, indicadores de medição e FAC, auxiliando nas tomadas de decisões e na facilidade de construção do empreendimento. “Todas as informações são concentradas em um único local – um ambiente multiusuários –, gerando acessibilidade aos dados de forma segura”, finaliza.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Fonte: Redação OE
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