Parque Olímpico: experiência no esporte e seu legado
A Concessionária Rio Mais foi responsável por parte da construção do Parque Olímpico. O local possui, aproximadamente, 1,2 milhão m². A Rio Mais ergueu as três Arenas Cariocas, o IBC (Centro Internacional de Transmissão), o MPC (Centro Principal de Mídia), um hotel com 404 quartos, e a infraestrutura das redes subterrâneas da área.
 
Para o Estádio Aquático (obra da Zadar e Engetécnica), Centro de Tênis (obra da IBEG, Tangran e Damiani), Velódromo (obra inicial da Tecnosolo) e Arena do Futuro (Obra da Dimensional), a prefeitura assinou contratos específicos para construção.
 
As Arenas Cariocas 1, 2 e 3 foram montadas em estruturas de concreto pré-moldado e a cobertura é metálica. Já o Centro de Tênis emprega estrutura de concreto na arquibancada.
 
No Velódromo, a montagem da estrutura de concreto se valeu de elementos pré-moldados. Na Arena do Futuro, a estrutura foi toda metálica. No Estádio Aquático, a montagem adotou a estrutura metálica na arquibancada e na cobertura.
 
Agora, o Parque Olímpico do Rio foi entregue para gestão do Ministério dos Esportes. O calçadão, que na época dos jogos serviu de acesso às arenas, virou uma grande praça, com jardins, quadras de esportes, academia da terceira idade e um monumento com os nomes dos medalhistas olímpicos da Rio 2016.
 
O governo federal vai ficar responsável pelo Centro Olímpico de Tênis, o Velódromo e as Arenas Cariocas 1 e 2, que se tornarão centros de treinamento de alta performance. O ministério vai custear ainda a desmontagem do Estádio Aquático, e a montagem das respectivas piscinas em bairros da Zona Norte e Zona Oeste do Rio.
 
Já a prefeitura vai tomar conta da Arena Carioca 3, que deve funcionar como escola pública. A Arena do Futuro é um dos exemplos de racionalização do legado. A edificação será desmontada e a estrutura será
transformada em quatro escolas municipais, cada uma com capacidade para 500 alunos – ainda em local indefinido.
 
Para os Jogos, a Arena do Futuro teve capacidade para 12 mil espectadores. O seu reaproveitamento se dará por meio das estruturas e materiais. Por exemplo, as rampas e escadas pré-moldadas serão para uso nos acessos e áreas de circulação das escolas; e a estrutura do telhado, composta de vigas
metálicas e telhas com tamanho padronizado, será aproveitada na cobertura dos equipamentos públicos.
 
O projeto da arena empregou aproximadamente 2.700 t de estrutura metálica, divididas em 1.400 t para a cobertura, 1.100 t para a arquibancada e outras 200 t para escadas e rampas de acesso.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Fonte: Revista O Empreiteiro
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